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Dujour Mag very cute.

1 jul

Antes de escrever mil coisas já digo que achei a nova revista uma copiazinha versão “baby” da Lula, já que ela contempla  de novo todos os clichés fofinhos que já estamos carecas de saber e amar, incansavelmente. Letitia Burrel não se contentou só em estudar Design de Moda da Flórida,  criar sua própria marca, trabalhar em grandes revistas de moda e ser bem sucedida como editora… Não. Ela queria mais! Eis sua obra prima em tons pasteis, a mais nova das milhares caçadoras de issuesDujour Magazine.

Sem negar a beleza, acho que tá faltando assunto. Só acho…

Letitia.

Merily “Sequin Mag”Alix “Cherry Blossom”Miss PandoraElenita FEELINGS???

Lista infinita amiga. E o recheio é indiscutivelmente lindo.

É muita lolitagem!

Macarons? Receita aqui!

Esse sim! Frida é amor, sem medo de cor. =)

Mais coppolismo

Muito sonho, pouca realidade. Me ajuda, rs.

É muito inspiração, muita referência, mas… Sei lá, constatei nos últimos tempos que até “beleza” demais cansa. Posso estar viajando, mas sempre vou pensar que quebrar a tal “pregnância” na nossa cabeça é sempre saudável e que “conforto” nem sempre é. Eu gostei da revista, porém, mais do mesmo tem prazo de validade, a arte do grotesco é bem mais deliciosa.

Domingo

13 jun

Dia de ficar triste. Sim, hoje eu posso mesmo.

Vogue par Sofia Coppola

24 mar

Editorial de  Maja Kölqvist & Christophe Bouquet que acabou com minha vida (pra morrer de vez é só clicar e ver enooorme). Pra quem pretende me presentear, taí uma boa idéia. rs Prometo mil beijos,  abraços apertados e sinceros! God knows how much I love her. Y Kate Moss. Stella McCartney também. São as rainhas do mundo, sério. Hold me! Como é que eu tinha me esquecido dessa edição? Não tinha visto todas as imagens… #nowplaying The Temporary Thing – Who’s Cryin’ Over Who, oun. =T




Coisas que li.

24 jun

Coisas fúteis que me afetam – nada sério demais na minha vida:

Megan Fox fumada e cheirada falando merda pra “Entertainment Weekly”, questionando  sua própria sanidade mental: “Eu acho que sou tão psicótica e tão problemática, que se eu pudesse sapatear faria algo realmente interessante.” Hã? HÃ?  Tão bonita…

Puta decepção. Logo Kate Moss cara, gosto tanto dela. Sou feliz por ela ter se arranjado com o Hotel (Jamie Hince – guita do The Kills) – um cara que também gosto. Cara eu amo Kills! Muito! Daí a menina tem crise nervosa e atira na piscina o notebook do cara com 6 músicas inéditas pro novo álbum. Palmas. Não sei como vai ser daqui pra frente. rs

aqui estão comportadinhos

aqui estão comportadinhos

Ah! Fotos do novo filme do Tim, Alice no País das Maravilhas (que só vai sair em março do ano que vem). Tô esperando algo que supere a Fantástica Fábrica… Sweeney Todd só fez cosquinha. Que vai ser belo eu sei, e pra mim basta, mas bem que ele podia dar uma engrossada no roteiro. Fala se o Depp não ficou muuuito parecido com o Elijah Wood! Esse filme vai ser muito “drogas” (olha a última foto).

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Eeee, e já tem gente acompanhando e escrevendo sobre a gravação do novo filme da Coppola, “Somewhere”. O filme tá sendo gravado no hotel Chateau Marmont e conta a história de um ator que recebe a visita de sua filha de 11 anos – e aí começa toda aquela comédia-dramática coppolística. Tá sendo cotado o Del Toro, mas eu sinceramente espero que não. Uma tal banda chamada Rooney vai participar, deve ser indie, for sure. Dá uma olhada (mil integrantes limpinhos):

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Pfff, é isso. Sem vontade de orkut, msn, etc… Pulando de site em site. =*

Assisti hoje

25 mai

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Só faltava esse. Cara, não sei desde quando, mas me apaixonei perdidamente pelas coisas que a Sofia Coppola faz. Depois de assistir o primeiro curta-metragem dela catei uma resenha quase técnica muito boa. Só me lembro que em todas as primeiras vezes que vi os filmes, as únicas coisas que me prendiam ali eram as cores, produção e fotografia. É sempre muito familiar e aquele êxtase depois de ver um filme muito bom nunca acaba (e na maior parte das vezes BOM, pra mim, é agradável aos olhos, quase uma hipnose, a vontade de usar um par de óculos que me fizesse ver tudo daquela forma sempre – pra mim, as vezes basta ser belo ). Das segundas vezes que assisti (eu, toda com esse meu jeitinho “azul”) mergulhei de cabeça nos personagens, gosto de todos, lembro de todos e já pensei ser todos. Coppola pra sempre vai ser minha preferida, qualquer pré-produção dela já me enche de espectativas – e o fato dela andar com Stella McCartney e Kate Moss me deixa dormir tranquila, amo e amo, sou fã e muito mulherzinha.

Eis aqui uma parte de um texto opinativo escrito por André Antônio [texto na íntegra - blog] + citação de Anna Rogers (essa mulher é PhD em cinema pela University of Edinburgh e escreveu sobre Sofia Coppola, Jim Jarmusch e Gus Van Sant) :

“É possível dizer que essa estrutura mais profunda é o esqueleto de todos os filmes de Coppola. Em Lick the star, a conspiração para enfraquecer os garotos do colégio começa a dar tão certo que prenuncia a descoberta de uma liberdade jovem, quase lírica, quando, no entanto, Chloe é caluniada, perde sua popularidade na escola, trazendo assim a conspiração abaixo e tenta, sem sucesso, o suicídio. Em Encontros e desencontros (de 2003, o filme de Coppola menos evidentemente “alegórico”), Charlotte se distancia precocemente dos valores socialmente construídos para o casamento, o que instaura nela uma crise existencial. No entanto, ela começa a encontrar nas farras noturnas com Bob uma espécie de “resposta” para essa crise. Eles, porém, têm que se separar no fim. Em Maria Antonieta (2006), a jovem rainha sente o peso do cotidiano e da rotina repetitiva e acha solução nas festas, jogos e traições conjugais. Depois, ela sente todas as conseqüências.

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Tal esqueleto narrativo é o centro da hipótese de Anna Rogers: para ela, os filmes de Sofia Coppola são sobre personagens que estão vivenciando uma espécie de “rito de passagem”, onde valores que davam sentido à existência começam a não fazer mais sentido. A partir daí começar um processo de (re)construção da identidade, quase nunca bem sucedida. Coppola ‘demonstrated an interest in liminal situations, rites of passage and marginal groups of people. It is the person in transition, who is in between things and is undecided about what to do’.”

E como eu sempre disse, filme-retrato, no qual não me interessa a montagem nem a estrutura do roteiro. A linguagem explícita na fotografia e nos planos de alguma forma me emociona, não importa o começo, meio e fim. Gosto do sol que a Coppola sempre usa, do amarelo e do pêssego, das meninas, da música, anyway.

Lick the Star – Parte 1

Lick the Star – Parte 2

E aqui tem um artigo da Anna Rogers com análise de toda a filmografia da Sofia, bibliografia e links de outros artigos sobre cinema – todos em inglês.

- Lick the Star(1998) foi o segundo filme que a Coppola fez. O primeiro mesmo foi o Bed, Bath and Beyond (1996), mas não achei nada sobre.

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Pronto. Matei a vontade. Beijos

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